#Resenha: Deadpool 2

DEadpool

Nunca fui fã  de heróis que são super mocinhos, ou patriotas (com exceção do Batman que eu poderia dar mil razões ser o mais foda de todos mas não estamos aqui pra isso não é mesmo?). O Deadpool é um anti herói, agindo em certos casos como herói e poucas vezes como vilão. Apelidado de “Merc with a mouth” (algo como “mercenário tagarela”), ele inicialmente era uma paródia do vilão da DC Comics (o também mercenário Exterminador).

Após ver o trailer do filme, fiquei bastante curiosa com a história. Eu já joguei com o personagem no jogo Guerra Civil e achei muito legal (ok, não é a mesma coisa).

Nos quadrinhos as tiradas dele ficam ainda melhor,  Deadpool 2 faz referência a Star Wars (que  por sinal não entendi porque não vi nenhum dos filmes). A história é continuação da edição 1 (dããããr), o herói está com uma agente e amiga presa em sua mente e por isso o traidor agente Gorman coloca a cabeça do Deadpool à prêmio.

Além disso ele tem que lidar com o fato de ao mesmo tempo que quer salvar sua amiga e levá-la de volta pra sua família, isso significa não tê-la mais junto 24hs por dia. E após enfrentar todos os mercenários que querem exterminá-lo ele tem que travar uma luta consigo mesmo, revelando que embaixo de todo o sarcasmo do anti-herói existe um homem muito solitário

Nosso mercenário tagarela está sedento por vingança, o que será que vai acontecer com Gorman?

Papel LWC | Capa Canoa | R$7,20 Panini Comic  

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#Resenha: Arlequina, v.1!

Arlequina

São poucas as HQs que eu realmente gosto de acompanhar e essa sem dúvida foi uma que me surpreendeu bastante. Um dos motivos de eu gostar muito da DC, além do Batman,  é porque tem os vilões mais cômicos e com um certo grau de complexidade.

Poderíamos dizer que a Harleen Frances Quinzel (Harley Quinn) é apenas uma maluquinha fora de controle, o que é verdade, mas precisaríamos emergir muito mais na personagem pra entender suas motivações e seu processo de transformação. Até porque a Arlequina já foi psicóloga e nessa primeira edição do quadrinho em especial ela possui um comportamento menos desequilibrado, tendo em raras ocasiões uma certa seriedade que a profissão exige.

Uma coisa bem bacana no quadrinho é a introdução que mostra nossa Quinn “escolhendo” quem vai desenhá-la na história, e em torno disso se forma todo um diálogo mostrando como a vilã é uma das personagens que mais mudam de aparência.

E as mudanças vão desde uma palhacinha com a pele branca e uma máscara preta cobrindo em torno dos olhos e um traje nas cores vermelho e preto. Já com um outro artista ela fica moderna sem máscara. Até mesmo seu cabelo passa por mudanças variando entre mechas pretas e vermelhas, e em outras versões azuis e vermelhas, e em outras seu cabelo é totalmente dividido entre duas cores. Somente uma coisa permanece padronizada que são as cores de seu traje sempre preto e vermelho.

Nessa história você vai encontrar uma participação da Hera Venenosa, sua melhor única amiga sempre reforçando a inteligência de Quinn e mandando ela esquecer de vez o  pundinzinho (Coringa).  Além da maluquinha tentar deixar o passado de crimes para trás e ser uma pessoa melhor, o que sabemos (e isso não é spoiler) nunca vai acontecer.

Obs: Ivy (Hera Venenosa) foi responsável pela injeção que deu a Arlequina seu aumento sua força, agilidade, imunidade à toxinas.

Essa primeira edição contém 188 págs | Papel LWC | Capa Cartão | R$23,90 e você encontra à venda no site da Panini.

 

 

 

#Resenha Batman: O Filho do Demônio

Batman O Filho do Demônio

 

Todos sabem do meu amor pelo Batman, também não é pra menos ele é, pra mim, o melhor herói de todos os tempos.  Antes de falar da HQ Batman: O Filho do Demônio, vou explicar o porque da minha preferência pelo homem morcego.

Primeiro ele tem que se esforçar,  diferente de outros heróis que já nasceram soltando raio laser pelos olhos e com uma pica indestrutível ele não nasceu com super poderes (embora ser super rico pra mim também conta como super poder).

Ele não é previsível, nunca sabemos o que esperar de sua mente estrategista. Ele usa de vários métodos para combater os inimigos, um dos motivos que deixa os jogos Arkham bem interessante é ter também o fato de que apesar de ele ser superior aos inimigos pode ser morto se cometer um único erro (porque ele é humano néah dãr).

Nem preciso dizer que ele está sempre dez passos à frente dos inimigos, e dos amigos também. Não é pra menos que ele já derrotou todos os membros da Liga da Justiça por acidente.

Liga da Justiça

 

Bem mas vooooollltaaaaandoooo ao quadrinho que é o motivo desde texto. O que você encontra nele é um herói cansado de ser um homem sozinho, vemos Batman com a guarda totalmente baixa revelando um lado sensível e apaixonado. Sendo capaz de se aliar até mesmo com os inimigos e em determinado momento abrindo mão daquilo que vem a ser seu bem mais precioso.

Que essa era uma história considerada importante eu já sabia, o que descobri era que foi publicada originalmente na década de 80. A trama se tornou principal por mostrar o nascimento do filho do Batman (os fatos narrados nessa Graphic Novel foram incorporados à cronologia oficial do homem morego , tornando seu filho, Damian, o Robin atual).

Jerry Bingham traduz em seus traços um herói bem mais dinâmico com fluidez nos movimentos. Nada engessado como em algumas versões atuais, o que deixa a leitura leve.

Se você ainda não leu, ou quer conhecer super recomendo.

Por Mike W. Barr e Jerry Bingham.

Batman: O Filho do Demônio

Papel Couché | Capa Dura | R$19,90

Panini Comic 

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