Ser ou não ser um nômade digital?

nômade digital

Você já pensou em ser um Nômade Digital? Confesso que pra mim a ideia é tanto quanto assustadora. Deixar uma vida estável pra se aventurar em outro país sem saber como fazer me deixa bastante apreensiva. Mas no fim das contas isso pode ser uma coisa bem bacana.

Mas e se eu não gostar? E se eu não me adaptar? Como vou me sustentar? Segundo o psicanalista Jorge Forbes, presidente do Instituto da Psicanálise Lacaniana e Diretor da Clínica de psicanálise do Centro do Genoma Humano da Universidade de São Paulo (Usp), o ser humano é essencialmente desadaptado ao mundo. Não existe um único habitat que lhe seja absolutamente natural. Se existisse, só poderíamos viver em uma determinada composição.

Existem várias formas de se manter quando você decide morar fora (mas claro que isso varia da sua profissão e objetivo). Você pode produzir conteúdo, gerenciar sites, vender produtos ou fazer o que você já faz de forma remota. Esse estilo de vida não é novidade, o americano Tim Ferris, que ficou milionário por causa do best seller “The 4-Hour Workweek”. Neste livro mostra uma fórmula bem simples, de que todo mundo pode criar um negócio online e trabalhando apenas 4 horas por semana.

É claro que o discurso ganhou força e no mercado americano surgiram vários negócios online dedicados somente à motivar pessoas.  Porque a filosofia em si é muito linda, mas na prática mesmo eles não ensinam absolutamente nada.

A Gabriela Torrezani que eu já entrevistei pra falar de um outro assunto no blog Smart Girls, e sua esposa Fabia Fuzeti são editoras do blog Estrangeira. Elas moram e trabalham em Barcelona e falaram sobre como foi e está sendo essa experiência  de ser nômade digital no vídeo abaixo 😉

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